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O corpo voltou

Cara, cadê minha memória? Onde eu fui e o que eu fiz que me deixou tão por fora assim?

Lembro de ter acordado num sofá, em uma casa estranha, mas que logo vi que era de um conhecido, mas como fui parar lá? Tô lembrado de estar tomando umas cervejinhas no ônibus – durante a viagem – até que alguém apareceu com daqueles garrafões de vinho, um pacote de Cheetos e gritava alguma coisa que não consigo lembrar.

Daí pra frente foi…eu subi num capô de um carro…Ele andou, eu caí…não sei quanto tempo passou da minha queda até eu me levantar e entrar no supermercado (ou era farmácia?).

Aaaaaaaah, não lembro! Nossa, porque meu rosto tá todo ralado? Será que eu briguei ou será que ficou assim depois que eu caí do carro?

Putamerda, deixa pra lá.

Só sei que foi a viagem mais louca que eu já fiz!

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A História do Asco!

O cara asqueroso

Sábado na balada sempre tem pessoas procurando. Procurando o quê? Bebida, mulheres, briga, às vezes tudo junto! E foi o que aconteceu com nosso ilustre e Pegajoso personagem de hoje.

Chamaremos este ser de “Asqueroso”, pois esse foi o nome dado pela garota que o conheceu neste último fim de semana, nossa querida amiga que receberá o codinome Porpeta.

Segundo relatos de Porpeta, era mais uma noite feliz com amigos, pra baladear, beber um pouco, dançar e até (quem sabe) paquerar. Mas eis que surge um rapaz educado, bonito e simpático pra conversar.

Encorajada por sua amiga (da onça) a ir conversar com o rapaz, dar uma chance a ele, Porpeta vai conversar com o garoto boa-pinta que está querendo socializar (ou só dar uns pegas mesmo). Movida pelos apelos de sua amiga (da onça, só pra fixar bem) e por alguns gramas-por-litro-de-sangue de álcool, nossa querida amiga fez sua parte, mas Asqueroso não se ajudou…

Segundo palavras da própria Porpeta, ele era um cara que “era muito pegajoso, ficava pegando na minha mão, na minha cintura. E eu ODEIO gente ‘forgada’.” Sendo assim, ele continua na sua tática de pegar na mão, olhar nos olhos fixamente e dizer o quanto Porpeta é linda, tem grandes e lindos olhos cor de melda, blá blá blá… E nisso que o cara se complica! Beber e ficar bajulando menina na balada não dá certo! Só se ela for tonta…hehehe

Porpeta é enfática e diz: “Olha, eu não gostei de você. Não ficaria com você por nada nesse mundo!” E sai dali e volta para a rodinha de amigos.

Mas, como sempre, tem aquela amiga (lembra daquela “da onça”?)… E foi justamente aquela (a da onça) que falou pra Porpeta dar uma chance, que ela não poderia ser tão seletiva assim! Tem que abrir a mente, enxergar além do horizonte, socializar com pessoas faz bem, etc etc etc.

É, meus caros…Porpeta foi lá, conversou mais um pouco e, mesmo contrariada, cedeu e deu uns beijos no rapaz. Logo que o fez, arrependeu-se amargamente por não ter saído de perto do cara, ou por ter ouvido sua amiga (da onça).

Ao sentir a língua de Asqueroso, Porpeta resolve dar um fim nesta relação infeliz e diz: “Vou com meus amigos lá no show.”

Certo de seu sucesso, Asqueroso se levanta, segura na mão de Porpeta e caminha de mãos dadas até onde estão os amigos de nossa infeliz protagonista!

Chegando junto ao grupo, nossa amiga chama sua querida amiga (da onça) pra um bate-papo intelectual de 15 minutos no banheiro. Passados os minutos, elas se retiram do banheiro e, para a surpresa de Porpeta, seu amante pegajoso não mais está por perto. Feliz de ter obtido êxito em seu “perdido”, nossa amiga dança, canta, bebe mais e se cansa, até sentir vontade de ir para casa.

Relatos de que Asqueroso estava andando pelo bar com o nariz sangrando e Porpeta diz: “Que sangre até a morte!”. Ao se deparar com o pegajoso rapaz, que não estava com o nariz sangrando somente, também estava com a cabeça cheia de sangue e andava sem rumo pelo bar, a garota se faz de desentendida e passa reto por ele e volta para o banheiro correndo.

Passado o susto, ela só se convenceu mais ainda de que havia feito uma cagada de ter se aproximado deste Asqueroso rapaz, que bebeu, xavecou e no fim do dia ainda conseguiu arrumar uma briga. Este dia ficou para sempre na memória de nossa amiga, que agora está convencida que tipos “machões” que se metem em confusão não fazem parte de sua lista de “preferidos”.

Este relato foi feito pela garota Porpeta, incrementado e publicado pelo Crônicas da Cachaça. Não somos a favor de violência, só somos a favor de diversão, com direito ao melhor suco de cevadis ou mé!

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Carne, cachaça e cerveja

Começo esta história com um lembrete:

“O texto aqui apresentado é destinado para todos os que se divertem lendo uma boa história sobre a vida alheia e tomamos todo o cuidado para não botar em risco a reputação dos envolvidos nas histórias, logo, os nomes dos protagonistas são trocados e ‘qualquer semelhança é mera coincidência’, ok?”

Sendo assim, lá vamos nós!

Este é um relato impressionante de como nós, homens, sofremos para manter o ritmo! De bebederia, claro!

Sexta-feira, 30 de julho de 2010 foi quando tudo (a bebedeira) começou, em um bar numa santa esquina qualquer, onde dois amigos estavam reunidos tomando uma geladinha depois de um dia inteiro de intenso trabalho.

A trilha sonora era terrível, a cerveja era cara, mas eles eram persistentes e continuaram por ali, mas sugeriram uma mudança musical na casa, pois com essa merda de música tocando seria mais fácil cortar os pulsos do que continuar bebendo, ou melhor, vivendo.

Aos poucos os amigos iam chegando e o que começou com música deprê e dois amigos, havia sido transformado em 9 pessoas bebendo e falando alto diversos assuntos.

Era pra ter sido uma bebedeira leve, pra trocar uma ideia tranquilamente, mas lá se foram as horas passando e, como num passe de mágica (clichè mode on), eram 3h da madrugada e alguns dos presentes teriam de estar acordados 9h da manhã para fazer as compras para o churrasco do dia seguinte (ou mesmo dia, não importa).

Sábado, 31 de julho de 2010. Um dia, uma manhã pra se esquecer. Talvez tenha sido a dose de Ypióca, ou a cerveja em grande quantidade, mas a ressaca foi forte, mas mesmo assim, um pequeno grupo de bravos guerreiros se levantou para fazer as compras.

Dos 4 presentes, somente 3 haviam bebido intensamente na noite anterior. O café da manhã foi gatorade e miliopã, sem culpa e nem medo de ser feliz! Após feito as compras, alguém tinha que acender o fogo, temperar a carne, cortar a carne, mas o infeliz que faria tal coisa estava dormindo ainda (era quase meio dia e o churrasco estava marcado pras 13h).

Com o fogo aceso, foi mais tranquilo preparar os drinks (caipirinhas) enquanto a linguiça assava e o povo não chegava.

Terminada a manhã, era hora de acordar pra valer. Bebidas geladas, carnes quase prontas e pessoal seco pra tomar umas! Ambiente perfeito pra quem quer fazer história no Crônicas!

Quando o relógio marcou 14h, já estavam todos iniciados na bebida. Lá pelas 17h, todos estavam curtidos em álcool. A cerveja foi acabando, o pessoal repondo o estoque, os limões e a cachaça estavam indo como água e a carne não parava de sair da churrasqueira. (Ah, que alegria!)

E a alegria já era tanta, que ninguém se deu conta que já havia passado das 22h, o que fez com que o síndico do prédio fosse até ao salão de festas dar uma leve bronca na rapaziada.

Após todos chegarem a um acordo (lá pelas 23h e muito minutos), foi decidido o bar que todos iriam confraternizar. Chegando lá, um dos integrantes do grupo de bêbados, nosso famoso amigo Miguel, não obteve sucesso em sua empreitada de poder entrar no bar, pois está com o nome sujo por outro episódio (que será contado em breve no blog) e decidimos partir para outra localidade.

Chegando lá, casa cheia, pessoas conhecidas e desconhecidas ao redor e inúmeras garrafas e copos quebrados ao chão. Tanto que Fred tentava, sem sucesso, retirar cacos de vidro da sola de seu sapato passando os pés nas calças, na altura da canela. Ainda bem que o jeans é um tecido (nem sei se é tecido ou só um nome mesmo) resistente, pois não foi rasgada sua canela – tecnologia é uma coisa de louco rapá. Mas o tempo passou, a bebida subiu mais ainda e ele resolveu retirar os cacos com uma passada rápida da mão na sola do sapato, como se fossem pequenas pedras presas em seu pé. “Que infortúnio” pensou nosso amigo…Com isso, um furo se abriu, por sorte, em somente um de seus dedos.

Miguel, que já balançava a cabeça com muita dificuldade, resolveu ir embora à pé e sozinho para sua casa. Despediu-se de todos com muita emoção e então, ao se despedir de Fred e Frontini, pergunta para sim mesmo em voz alta: “Por quê eu tô indo embora?” Realmente não fazia sentido, ele ainda estava em pé e não precisou ser carregado por ninguém! Logo, ele pensa que não há necessidade de sair de lá! Impressionante a capacidade do ser humano de se achar íntegro até nas situações mais difíceis!

O mais impressionante disso tudo, foi que as pessoas ainda bebiam, sem parar, desde as 14h e já se passava das 2h da manhã! Não faço ideia de como essas pessoas chegaram vivas em suas casas, mas chegaram.

O duro é acordar, no meio da “noite” por sentir aquele enjoo e abraçar o vaso sanitário e chamar o Hugo até doer a barriga, sem sair absolutamente NADA do estômago! O que aconteceu com aqueles milhões de litros de cerveja + caipirinha? O que aconteceu com aqueles kilos de carne vermelha? (e um barril de puro whisky?!)

Juro que em outros tempos, toda aquela carne, toda aquela cerveja e aquela capirinha já teriam lavado algum chão por aí! Impressionante como a gente é capaz de coisas que até o diabo duvida!

Um grande abraço e até semana que vem!

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A Marvada

Existem pessoas que, quando bêbadas, fazem as coisas mais imbecis do mundo.

Exemplos? Homens que acabam achando que algumas mulheres são mais bonitas do que realmente são; Pessoas que acham que ficam mais habilidosas ao volante; Pessoas que ficam mais ricas e pagam a conta da galera mesmo sem ter grana… Mas eu acho que nem se eu estivesse MUITO bêbado faria o que estas duas fizeram, provavelmente, sóbrias.

Sei que não é o vídeo mais novo do mundo, mas como pode ser tão imbecil assim?

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