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A História do Asco!

O cara asqueroso

Sábado na balada sempre tem pessoas procurando. Procurando o quê? Bebida, mulheres, briga, às vezes tudo junto! E foi o que aconteceu com nosso ilustre e Pegajoso personagem de hoje.

Chamaremos este ser de “Asqueroso”, pois esse foi o nome dado pela garota que o conheceu neste último fim de semana, nossa querida amiga que receberá o codinome Porpeta.

Segundo relatos de Porpeta, era mais uma noite feliz com amigos, pra baladear, beber um pouco, dançar e até (quem sabe) paquerar. Mas eis que surge um rapaz educado, bonito e simpático pra conversar.

Encorajada por sua amiga (da onça) a ir conversar com o rapaz, dar uma chance a ele, Porpeta vai conversar com o garoto boa-pinta que está querendo socializar (ou só dar uns pegas mesmo). Movida pelos apelos de sua amiga (da onça, só pra fixar bem) e por alguns gramas-por-litro-de-sangue de álcool, nossa querida amiga fez sua parte, mas Asqueroso não se ajudou…

Segundo palavras da própria Porpeta, ele era um cara que “era muito pegajoso, ficava pegando na minha mão, na minha cintura. E eu ODEIO gente ‘forgada’.” Sendo assim, ele continua na sua tática de pegar na mão, olhar nos olhos fixamente e dizer o quanto Porpeta é linda, tem grandes e lindos olhos cor de melda, blá blá blá… E nisso que o cara se complica! Beber e ficar bajulando menina na balada não dá certo! Só se ela for tonta…hehehe

Porpeta é enfática e diz: “Olha, eu não gostei de você. Não ficaria com você por nada nesse mundo!” E sai dali e volta para a rodinha de amigos.

Mas, como sempre, tem aquela amiga (lembra daquela “da onça”?)… E foi justamente aquela (a da onça) que falou pra Porpeta dar uma chance, que ela não poderia ser tão seletiva assim! Tem que abrir a mente, enxergar além do horizonte, socializar com pessoas faz bem, etc etc etc.

É, meus caros…Porpeta foi lá, conversou mais um pouco e, mesmo contrariada, cedeu e deu uns beijos no rapaz. Logo que o fez, arrependeu-se amargamente por não ter saído de perto do cara, ou por ter ouvido sua amiga (da onça).

Ao sentir a língua de Asqueroso, Porpeta resolve dar um fim nesta relação infeliz e diz: “Vou com meus amigos lá no show.”

Certo de seu sucesso, Asqueroso se levanta, segura na mão de Porpeta e caminha de mãos dadas até onde estão os amigos de nossa infeliz protagonista!

Chegando junto ao grupo, nossa amiga chama sua querida amiga (da onça) pra um bate-papo intelectual de 15 minutos no banheiro. Passados os minutos, elas se retiram do banheiro e, para a surpresa de Porpeta, seu amante pegajoso não mais está por perto. Feliz de ter obtido êxito em seu “perdido”, nossa amiga dança, canta, bebe mais e se cansa, até sentir vontade de ir para casa.

Relatos de que Asqueroso estava andando pelo bar com o nariz sangrando e Porpeta diz: “Que sangre até a morte!”. Ao se deparar com o pegajoso rapaz, que não estava com o nariz sangrando somente, também estava com a cabeça cheia de sangue e andava sem rumo pelo bar, a garota se faz de desentendida e passa reto por ele e volta para o banheiro correndo.

Passado o susto, ela só se convenceu mais ainda de que havia feito uma cagada de ter se aproximado deste Asqueroso rapaz, que bebeu, xavecou e no fim do dia ainda conseguiu arrumar uma briga. Este dia ficou para sempre na memória de nossa amiga, que agora está convencida que tipos “machões” que se metem em confusão não fazem parte de sua lista de “preferidos”.

Este relato foi feito pela garota Porpeta, incrementado e publicado pelo Crônicas da Cachaça. Não somos a favor de violência, só somos a favor de diversão, com direito ao melhor suco de cevadis ou mé!

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Arquivado em crônicas

Falando sobre Copa

Sim, falar sobre a copa do mundo…

Deve render umas boas vizualizações no blog.

Então vamos lá:

Estava eu vendo um joguinho fraco, daqueles que não dá vontade de ficar acordado.

Tive uma ideia fantástica: Pegar uma loura gelada e ser feliz!

Virei a latinha guela abaixo.

Peguei outra latinha, meio quente.

Assisti um pouco do jogo.

Levantei do sofá.

Coloquei o amendoim pra torrar.

Voltei pro sofá com outra latinha.

Coloquei no canal do boi.

Peguei outra garrafa.

Juntei um pouco do amendoim com sal e voltei pra sacada.

Tomei outra dose e sentei no sofá.

Desliguei a TV pq as vuvuzelas já estavam enchendo o saco!

Tentei apagar o princípio de incêndio por causa dos amendoins (esquecidos) no forno.

Sem sucesso na tentativa de apagar o fogo, o vizinho chamou o corpo de bombeiros.

Desci pra não morrer cozido naquele forno que ficou meu apartamento.

Senti que tava faltando alguma coisa: Minha latinha ficou lá em cima!!!

Fui ao mercado e comprei uma garrafa de Ypióca Oro.

Cansei de andar e parei numa Lan House pra fuçar na internet enquanto esperava a preguiça passar.

Contei uma lorota num blog e fui pra casa dormir feliz e contente.

Chegando em casa, vi uma puta zona e um carro dos bombeiros.

Puta merda! Lembrei que minha casa tava pegando fogo…

E o jogo?

Ah sim, ficou Zero a Zero e o Dunga ainda achou que o time foi bem!

Um abraço.

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