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Ao melhor estilo TFC

(TFC é a sigla para um grupo de amigos que se auto-intitula Filhos da Cachaça)

O dia da goleada!

Mais um fim de semana que veio rápido e se foi na velocidade da luz. Mas porque tudo acaba tão rápido? Como pode?

É simples! Você sai pra beber com os amigos, toma mais do que deveria e não vê as horas passarem. Quando se dá conta, já é segunda-feira e você tá com aquela cara de quem dormiu pouco na semana passada e quase nada no fim de semana!

Desta vez, o grupo foi para um bar nos arredores da Universidade, onde a bebida é farta e a grana é curta!

Sem tomar conhecimento de limites, todos bebem e falam, confraternizam com o restante que está ao redor. Mas, como nada é perfeito, o bar fecha quando o relógio marca meia-noite e todos os que tem sede devem cair fora e procurar outro boteco pra beber.

Só me lembro de estarmos noutro bar, com uma dose de Ypioca na mão e um copo de cerveja na outra. Não preciso dizer que não faço ideia de quanto tempo ficamos lá, mas pra mim foi uma fração de segundos. Mas me lembro de ter pedido pro dono do bar colocar um som mais pesado e ele colocou um Dream On do Aerosmith (e eu fiquei muito triste com isso). Em algum momento, quando já não descia mais nada, chamaram pra virar um “bombeirinho”! Quanta displicência fazer isso com um puto que já está em vias de jogar as tripas pra fora? Outra recordação que tenho é de eu voltar pra casa a pé, acompanhado do nosso querido amigo paraibano…

Chegando em casa só lembro de ter tirado as roupas e deitado na cama. Tive um sonho muito estranho em que eu estava passando mal, jogando tudo pra fora. Quando acordei, olhei para o chão (que estava sujo), aquilo não parava de sair do meu corpo e eu não conseguia sair do lugar, senão ia sujar o resto do quarto. Sem saber o que fazer, esperei até a última gota de restos sair e só chegando no banheiro que fui perceber o estrago que aquela tarde havia feito no meu corpo. O cheiro de azedo dominava o quarto e eu não sabia o que fazer (bêbado, com sono e com o quarto inteiro lavado pela alegria da tarde que se transformou em agonia e fedor, é impossível reagir), a não ser limpar tudo aquilo, tirar os lençóis da cama e as fronhas dos travesseiros e depois dormir de novo, esperando não ter outro pesadelo como esse!

14h da tarde (sim, tive coragem de olhar pro relógio agora e sei que horas são) agora e o cheiro ainda persiste!

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Voltando

Não espero que os textos aqui expostos façam sentido, justamente por que é quase certeza que eu escrevi tomando um mé, aí não faz sentido mesmo, por que bêbado mal consegue falar, quanto mais escrever… Imagine só, beber uma dose, escrever duas linhas, tomar outra dose (de inspiração – bom nome pra cachaça esse se não existir uma com esse nome) e escrever mais 4 linhas, e por aí vai. Acho justo ficar falando besteira pras outras pessoas, elas não entendem e às vezes dão risada. Começo a escrever rápido e vai ficando cada vez mais rápido até que a bebida acabe. Aí acaba a graça também. Que nem naquele dia que o cara chupou a teta do traveco. A graça acabou na hora que eu percebi que nunca ia ver o vídeo dessa cena, tudo tão surreal que imagino o que teria passado pela cabeça do indivíduo, jogado no chão e (do nada) vem uma teta na direção dele e, veja você, de graça!!!

Queria ter mais tempo pra poder beber e conversar com os amigos. Esses dias mesmo juntamos um pessoal e a conversa foi que uma beleza, mas aí depois acaba a cerveja e todo mundo fica com sono, querendo ir embora. Se a gente tivesse mas dinheiro o papo ia até mais tarde.

Acho que as pessoas se cansaram de ler mais do que 140 caracteres.

Então só escreverei, daqui pra frente, textos curtos.

Assim, todos ficarão mais felizes.

Mas não faz sentido.

É muito mais divertido escrever tudo de uma vez na mesma linha. Assim não se perde o raciocínio e a história fica mais engraçada! Parece que se está falando e não escrevendo, parece que se está ouvindo e não lendo!

E o álcool tomou conta de mim…

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