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A maior do mundo

Olá, cachaceiros e ressaquentos!

Acho que essa foi a maior ressaca de todos os tempos. Ficamos off por muitos (um mês e 10) dias, mas agora os posts terão um intervalo maior mesmo.

Pra voltar, segue uma música de uma banda recém-descoberta pelos cachaceiros deste blog:

As letras:

Can you hear me out there loud and clear
Saddle up them bottles and let’s get out of here

We’re all aboard the alcohol express tonight
Drinking every single thing that’s in sight
So don’t wait we won’t be home tonight

Yes it’s true
Alcohol I love you

Yeah well there’s gonna be a whole lotta hell to pay
But I can I pay you on pay day

We’re all aboard the alcohol express tonight
Drinking every single thing that’s in sight
So don’t wait we won’t be home tonight

Yes it’s true
Alcohol I love you

“Satchel for the youngest son!”

We’re all aboard the alcohol express tonight
Drinking every single thing that’s in sight
So don’t wait we won’t be home tonight

Yes it’s true
Alcohol I love you

Cheers e até a próxima!

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Zica

Hoje eu acordei puto… E não poderia ser diferente.

Quarta-feira é o pior dia da semana disparado na frente dos outros. Até aquela segundona “braba” é mais fácil de aguentar do que a quarta!

Primeiro porque você já acorda lembrando que no dia anterior não fez porra nenhuma de produtivo e ainda tomou aquela cerveja “só pra ver um joguinho de futebol”. Aí você promete que vai chegar em casa depois do serviço, tomar um banho, colocar as ideias no lugar e produzir!

Ah, maldita quarta-feira de futebol!

Quem disse que é possível fazer qualquer coisa que seja bom no horário do jogo do Timão?! A cidade toda agitada, gente gritando a favor e contra o Corinthians, as orelhas em pé… Jamais sairá alguma coisa de útil nesses 90 minutos de partida. E, realmente, não saiu nada de produtivo…

A zica tá aí, continua firme e forte, mas JAMAIS desistiremos do Coringão, vamos onde ele estiver (mesmo que seja via televisão, celular ou internet), torceremos até o fim do jogo e acreditaremos!

E ah, depois do jogo ainda rolou aquele peso na consciência por não ter feito nada depois do expediente, mas aí desceu um santo que ajudou e deu forças pra continuar, porque afinal, a vida continua. Com ou sem cachaça, com ou sem libertadores e com ou sem futebol de terça, quarta, quinta, sábado ou domingo!

Uma ótima quinta-feira improdutiva para todos. Já é quase fim de semana!

Um abraço

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Onde eu tô?

Shitaka perdido (parte 1 de X)

Vê se pode um negócio desses:

Um dia, numa dessas festas de república cheia de universitários (e mais importante ainda, de universitárias) bêbados, travados e bem loucos, Shitaka – um de nossos amigos orientais – fica muito empolgado, conversa com todo mundo, bebe de tudo que é coisa (cerveja, vodka com refri, catuaba…) até chegar no estado “presente em corpo mas a alma já era”. Claro que todo mundo tem um dia desses, mas a primeira vez que vi Shitaka sair muito louco da festa sem avisar ninguém fiquei preocupado.

Já era quase 6h da matina de sábado quando resolvemos ir embora da festa, mas como tinha acabado de chegar a última remessa de litrões na casa, nosso amigo oriental resolveu ficar e pegar carona com um dos nossos que iria embora só mais tarde. Pegamos nosso rumo a pé para casa, já tínhamos avisado todo mundo que Shitaka havia ficado para trás e, com a cabeça tranqüila e a duas quadras de casa, eis que toca meu celular:

Eu – Alô.

Shitaka – Alô mano, onde vocês estão?

Achei estranho não ouvir vozes ou música ao fundo e foi quando me perguntei: Com quem esse pu** de mierda acha que está falando? Acabei de falar pra ele que estava indo embora e ele disse que não vinha com a gente…

Eu – Pô Shitaka, to chegando em casa, você não está na festa?

Shitaka – Estou aqui fora numa rua, não sei bem onde, mas saí da festa e to perdido.

Eu – Mas que porra! Venha em direção à Rua XXX e suba até a Avenida XYX…

Shitaka – Eu não sei onde estou, mas vou chegar aí. Daqui uns 10 minutos to aí…

(?!) Como alguém pode saber quanto tempo leva pra chegar de um lugar onde não se sabe onde está para outro lugar?!?!

Meu, eu juro que fiquei olhando pra rua, vazia, e não vi esse desgraçado em lugar algum…10 minutos depois resolvi ligar pra ver onde esse puto estava e, olhando para a direção em que ele deveria estar vindo, vejo alguém se levantando de uma mureta e vindo em nossa direção. E a conversa pelo telefone seguia:

Eu – Meu, onde você tá?

Shitaka – Tô chegando aí, espere um pouco…

Eu – Putamerda meu, você tá aí na esquina faz quanto tempo?

Shitaka – Eu tava cansado e sentei aqui pra respirar…

Desliguei o telefone depois dessa! Ele tava uma quadra de distância desde que ligou pela primeira vez, certeza! Fiquei olhando a rua o tempo todo e não vi ninguém, nenhum carro, nada se movimentando naquela direção!!!

O pior disso tudo é que Shitaka não se lembra nunca de ter passado por isso e não acredita quando a gente conta as histórias pra ele!

Só não espero que isso aconteça muitas vezes senão vai ficar chato colocar sempre a mesma historinha aqui no blog! Hehehe

Cheers!

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Arquivado em cachaça, Cana, crônicas

Inusitado

Bem, meus amigos, espero estar com a devida inspiração para escrever esta história.

Aconteceu num apartamento perto de casa (todo mundo travado e bem louco),

Era fim de semana e todo mundo enchia a cara (todo mundo travado e beeem loco),

Mas antes de amanhecer (como sugere a próxima estrofe da música das Velhas Virgens), Queguido acorda assustado com uma imagem (eu diria) dos infernos… Eu não consigo imaginar uma cena tão ridícula e inexplicável (ok, explicação tem sim e a culpa sempre é da cachaça), mas tem gente que simplesmente não combina com álcool!

Numa noite quente e recheada de cerveja barata boa, ypióca, Drurys e (bio)similares, nossos amigos se reuniram para conversar e jogar cartas e, entre uma conversa e outra, Baga se levanta e vai até o banheiro. Acredita-se que ele ficou  entre 45 min e 1h no banheiro, mas como a noção de tempo na cabeça de um bêbado é totalmente prejudicada, digamos que ele sumiu por uns 15 minutinhos.

O carteado recomeça e as latinhas (na verdade eram litrões) de cerveja já haviam terminado, o Drurys (Cacilds!) tinha virado lenda e só restou um pouco mais de meia dose de Ypióca na garrafa, mas o jogo seguia. Entre um blind e outro, Baga tentava se levantar, sem sucesso obviamente, até que uma hora obteve êxito em sua empreitada e se desloca até o banheiro (bom, era isso que tínhamos em mente até então). Ele até queria ir pro banheiro, mas aí…

Dentro de uns minutos, Queguido sai correndo do quarto, pálido, apavorado e sem falar coisa com coisa. Mas após se acalmar ele diz: “Véglio, tava dormindo sossegado mas acordei com um barulho no quarto. Quando abri os olhos dei de cara com o Baga agachado entre o guarda-roupas e a minha cama! Com as calças arriadas!!! Ele tava indo cagar no meu quarto e, se eu não tivesse acordado, ia pisar num troço de manhã!”

Particularmente não sou contra quem bebe muito e sem limites, mas put*queopariu, vai ficar louco assim na casa do caralh*!

Essa foi a história de Baga que, de maneira incompreensível, quase fez uma atrocidade com um de nossos amigos!

Estamos devendo a história da Princesa, dois amigos e um Sofá. Em breve esta linda história de amor estará publicada aqui no Crônicas, aguardem!

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Arquivado em cachaça, crônicas

A Marvada

Existem pessoas que, quando bêbadas, fazem as coisas mais imbecis do mundo.

Exemplos? Homens que acabam achando que algumas mulheres são mais bonitas do que realmente são; Pessoas que acham que ficam mais habilidosas ao volante; Pessoas que ficam mais ricas e pagam a conta da galera mesmo sem ter grana… Mas eu acho que nem se eu estivesse MUITO bêbado faria o que estas duas fizeram, provavelmente, sóbrias.

Sei que não é o vídeo mais novo do mundo, mas como pode ser tão imbecil assim?

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Arquivado em cachaça, Cana

Homenagis

Lá pelos idos de 1960, mais precisamente em 1969, Antônio Carlos Bernardes Gomes – O Mussum – foi chamado para fazer parte do grupo dos Trapalhões na então TV Excelsior. A cada dia o grupo ficava mais e mais famoso no Brasil e Mussum, com seu humor popular e com muita referência ao Mé (cachaça), fazia história e marcava época.

Em julho de 1994, depois de mais de 20 anos trabalhando na TV Globo, morre o ator que deu muitas alegrias ao povo brasileiris!

Ainda hojis é possívis encontrar diversis vídeos no youtube e perder uma meia horinha assistindis e dando risadis!

Viva o Mussum e viva o Mé, calcildis!

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Arquivado em cachaça

Dose extra

Algo que me atormenta todas as noites, todas as tardes e todas manhãs. Aquele sentimento vazio de que algo precisava estar lá mas não está. Qualquer gole deveria saciar a vontade mas tomo um, dois, três e, por fim, estou na cama outra vez, sozinho e sem uma gota de álcool na boca. O sol bate no meu rosto e só os vestígios do álcool ingerido na noite anterior atormentam minha manhã (11h da manhã), aquele gosto de cabo de guarda-chuva misturado na boca com o azedo do que eu comi horas antes de deitar-me involuntariamente…

Levanto e pego outro copo, um meio limpo junto aos outros utensílios domésticos de cozinha, sirvo uma dose de JD e tomo com dois analgésicos, na lata, não quero saber o que vai acontecer depois de uma hora ou duas, só quero que aquela sensação ruim que pesa na cabeça acabe logo.

Ah, o meio de semana me deixa louco! Amanhã ainda tenho que ir trabalhar, hoje já estou atrasado e o despertador não tocou de novo!

Malditas pilhas do paraguay…

Vamos lá, o dia vai ser longo mas eu já desci duas doses pra acordar!

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