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Isso não é um diário de bêbado

Outro dia eu fui ver um jogo do Brasil…

Era contra a Costa do Marfim, eu acho. Tinha gente pra cacet* na churrasqueira do prédio e não tinha mulher, só um bando de cueca de chinelo tipo havaianas e camiseta de clubes.

Só sei que teve uma hora que a cerveja ficou gelada! Aí não sei muito bem o que aconteceu no jogo.

O Brasil ganhou, a gente bebeu, comeu e fomos pra rua comemorar.

Aí sim, daí pra frente não lembro de NADA do que aconteceum só sei que voltei pra casa com uma puta dor de cabeça.

Na semana seguinte o jogo era contra Portugal. Como tava feio o jogo, ficamos na cerveja (tudo é desculpa pra beber).

Agora, no jogo contra o Chile…Eu não achei uma Ypióca pra comprar, mas comprei umas geladas que estavam “trincando”. Nossa senhora, que delícia. O sol da tarde esquentando o dia e a cervejnha gelaaaaaaaaaada.

Depois da goleada, as ruas da cidade estavam um CAOS, todo mundo jogando cerveja pra cima, bebendo pinga direto no bico. Eu estva no paraíso, mas acho que era uma terça-feira e quarta era dia de trabalho.

Graças ao Santo Mé (ou São Tomé, não sei) o Brasil saiu da Copa nas Quartas de Final… Eu estaria em coma até hoje se tivesse chegado até a grande Final! Acho que o sentimento é esse para todos aqueles que apreciam uma boa cachaça sem ter hora pra acabar!

MAS a copa não havia acabado! Teve Semi Finail, disputa de 3º lugar e a tão esperada Final.

Ah, a Final…Que jogo feio! Mais um motivo pra gente tomar uma geladinha!

No final das contas o saldo foi positivo. Apesar dos R$ 120,00 gastos com comida e bebida nos jogos que foram assistidos por mais de um camarada ao mesmo tempo, saímos todos vivos, com os empregos em mãos, notas boas na faculdade, sem reprovar por falta e sem reprovar no namoro/casamento. Todos felizes.

Agora, imagine o dia em que a Copa for sediada aqui nesse país?

Daqui 4 anos veremos como é uma Zona sem tamanho!

Abraços

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Amigos numa noite de verão

História enviada por um graaaaaaande (no sentido real mesmo da palavra) amigo, Elis Mûlek.

Essa história ocorreu na fria cidade de Curitiba, capital do Paraná, mais ou menos no dia 29 ou 30 de dezembro de 2008 (aquela semana em que não se encontra uma viva alma na cidade, porque todos já desceram pra praia).

Os personagens dela são (nomes fictícios para preservar as identidades):

Elis, o gordinho camarada;
Beiço, o alemão porra-loka;
Moe, o magrelo sem noção;
Zilda, o amigo menor de idade;
Tumor, o que sempre tem idéias idiotas.

Numa noite modorrenta como as da semana que precede o ano novo, nada melhor que encher a cara com os amigos. Isso foi o que pensaram todos os cinco personagens da nossa história, ao se reunirem na casa de Elis. Após umas duas cervejas, decidiram se dirigir até o mercado 24 horas mais próximo, para adquirir bebidas de grau alcoólico mais elevado. Felizmente, naquela época nenhum deles possuía carro, o que poderia dar um final muito menos engraçado para essa história.

No mercado, compraram duas garrafas de refrigerante, e dois destilados, que posteriormente se provaram mais do que o suficiente para embebedar os cinco. Pararam numa pequena praça, observaram as estrelas, beberam, e decidiram caminhar. Alguns minutos depois, quase tendo sido vítimas de um atentado à ovo, fizeram a primeira parada, num local conhecido como “Praça do Japão”.

Nessa primeira parada, todos pareciam alegres, mas Moe, o mais experiente (e mais magro) do grupo começou a apresentar sinais de cansaço. Após descarregarem sua urina nas árvores, continuaram a caminhada sem rumo, descendo pela Avenida Batel, um dos pontos em que mais há casas noturnas na cidade (embora naquela data estivessem quase todas fechadas, obviamente). Nesse ponto, Moe definitivamente foi dominado pelo etanol, e suas pernas já não respondiam da melhor forma. Elis e Beiço passaram a lhe dar apoio, enquanto Zilda e Tumor achavam graça em tudo.

Moe começa então a divagar sobre signos, mapas astrais, elementos da natureza e outras questões místicas pelas quais somente ele se interessava. Passou em seguida para um estágio de delírio que causaria inveja em muitos adeptos do LSD. Elis sugere que rumem todos para sua casa, para evitar maiores complicações. A caminhada final é recheada de pérolas como “você é meu oposto complementar” e “obrigado por vocês existirem”. Na reta final, Moe ainda perde o botão da calça, o que deixa a situação mais pitoresca.

Ao chegarem ao destino final, Elis e Beiço já não estão mais tão bêbados, ao contrário de Moe e Zilda, que já adquiriu uma fala indistinta sem perceber. Moe é colocado na melhor cama da residência, pois está mais debilitado. Tumor deita-se no sofá, Elis e Zilda em colchões na sala. Beiço vai para casa.

Após verificar se está tudo bem, Elis pretende dormir. Contudo, agora é Zilda que passa por uma alucinação. Zilda abraça duas almofadas e começa a dialogar com estas, pensando que são duas “pretendentes” suas. Mais pérolas surgem, como “Eu amo você (olhando para a almofada)… tipo, eu não largaria tuuudo por você, mas sabe, eu gosto de você”. Tumor e Elis riem em silêncio, para não acordar os demais moradores da residência. Zilda só vai dormir após ter a garantia de que será acordado cedo no dia seguinte para passear no parque com sua almofada predileta. É o fim da noite.

Contudo, uma bebedeira tão alucinógena não poderia terminar sem seqüelas. A avó de Elis o acorda, avisando que Moe passara mal, e estava no banheiro há uma hora. Ao ir até seu quarto, Elis constata que Moe despejou na cama boa parte do álcool e do cachorro-quente que havia ingerido na noite anterior, o que era o suficiente para no mínimo um mês de reclamações por parte de sua avó.

Saldo final da brincadeira: Cinco ressacas, uma cama vomitada, sete quilômetros andados e um botão de calça danificado.

Moral da história: Nunca coloque o mais bêbado para dormir na melhor cama. Ele não a merece e provavelmente vai fazer sujeira.

Moral da história 2: Almofadas são muito mais fofas e compreensivas do que mulheres.

Texto colocado na íntegra, sem cortes!

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Falando sobre Copa

Sim, falar sobre a copa do mundo…

Deve render umas boas vizualizações no blog.

Então vamos lá:

Estava eu vendo um joguinho fraco, daqueles que não dá vontade de ficar acordado.

Tive uma ideia fantástica: Pegar uma loura gelada e ser feliz!

Virei a latinha guela abaixo.

Peguei outra latinha, meio quente.

Assisti um pouco do jogo.

Levantei do sofá.

Coloquei o amendoim pra torrar.

Voltei pro sofá com outra latinha.

Coloquei no canal do boi.

Peguei outra garrafa.

Juntei um pouco do amendoim com sal e voltei pra sacada.

Tomei outra dose e sentei no sofá.

Desliguei a TV pq as vuvuzelas já estavam enchendo o saco!

Tentei apagar o princípio de incêndio por causa dos amendoins (esquecidos) no forno.

Sem sucesso na tentativa de apagar o fogo, o vizinho chamou o corpo de bombeiros.

Desci pra não morrer cozido naquele forno que ficou meu apartamento.

Senti que tava faltando alguma coisa: Minha latinha ficou lá em cima!!!

Fui ao mercado e comprei uma garrafa de Ypióca Oro.

Cansei de andar e parei numa Lan House pra fuçar na internet enquanto esperava a preguiça passar.

Contei uma lorota num blog e fui pra casa dormir feliz e contente.

Chegando em casa, vi uma puta zona e um carro dos bombeiros.

Puta merda! Lembrei que minha casa tava pegando fogo…

E o jogo?

Ah sim, ficou Zero a Zero e o Dunga ainda achou que o time foi bem!

Um abraço.

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Xingadores e brigões

Ah, talvez não seja culpa da cachaça, mas sempre tem alguém que perde as estribeiras durante uma entrevista gravada ou ao vivo.

Os dois últimos (e com maior destaque na mídia) foram o deputado Nelson Trad (PMDB-MS) e nosso querido Dunga, técnico da seleção brasileira.

Confesso que o fato de Dunga ser grosseirão durante coletivas não é impressionante nem assustador. É coisa de técnico mesmo, muitos deles não tem paciência pra esse tipo de coisa e não há muito o que ser feito…

Mas impressionante foi saber o que aconteceu durante a gravação de uma parte que iria/foi ao ar no programa de ontem (CQC) da Band.

Como sabemos, o CQC gosta de “cutucar” políticos e pessoas públicas em geral, só pra ver a reação de cada um e, em alguns programas, essas “cutucadas” são pertinentes, como foi o caso com o deputado Nelson Trad. Neste quadro apresentado pelo programa, as assinaturas seriam para incluir a nossa querida cachaça na cesta básica e uma das assinaturas coletadas foi a de Nelson Trad, que nem sequer leu o conteúdo da proposta… Neste link você assiste os vídeos e lê a matéria na íntegra.

Em tom de frustração, despeço-me de meus amigos-leitores!

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A maior do mundo

Olá, cachaceiros e ressaquentos!

Acho que essa foi a maior ressaca de todos os tempos. Ficamos off por muitos (um mês e 10) dias, mas agora os posts terão um intervalo maior mesmo.

Pra voltar, segue uma música de uma banda recém-descoberta pelos cachaceiros deste blog:

As letras:

Can you hear me out there loud and clear
Saddle up them bottles and let’s get out of here

We’re all aboard the alcohol express tonight
Drinking every single thing that’s in sight
So don’t wait we won’t be home tonight

Yes it’s true
Alcohol I love you

Yeah well there’s gonna be a whole lotta hell to pay
But I can I pay you on pay day

We’re all aboard the alcohol express tonight
Drinking every single thing that’s in sight
So don’t wait we won’t be home tonight

Yes it’s true
Alcohol I love you

“Satchel for the youngest son!”

We’re all aboard the alcohol express tonight
Drinking every single thing that’s in sight
So don’t wait we won’t be home tonight

Yes it’s true
Alcohol I love you

Cheers e até a próxima!

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Zica

Hoje eu acordei puto… E não poderia ser diferente.

Quarta-feira é o pior dia da semana disparado na frente dos outros. Até aquela segundona “braba” é mais fácil de aguentar do que a quarta!

Primeiro porque você já acorda lembrando que no dia anterior não fez porra nenhuma de produtivo e ainda tomou aquela cerveja “só pra ver um joguinho de futebol”. Aí você promete que vai chegar em casa depois do serviço, tomar um banho, colocar as ideias no lugar e produzir!

Ah, maldita quarta-feira de futebol!

Quem disse que é possível fazer qualquer coisa que seja bom no horário do jogo do Timão?! A cidade toda agitada, gente gritando a favor e contra o Corinthians, as orelhas em pé… Jamais sairá alguma coisa de útil nesses 90 minutos de partida. E, realmente, não saiu nada de produtivo…

A zica tá aí, continua firme e forte, mas JAMAIS desistiremos do Coringão, vamos onde ele estiver (mesmo que seja via televisão, celular ou internet), torceremos até o fim do jogo e acreditaremos!

E ah, depois do jogo ainda rolou aquele peso na consciência por não ter feito nada depois do expediente, mas aí desceu um santo que ajudou e deu forças pra continuar, porque afinal, a vida continua. Com ou sem cachaça, com ou sem libertadores e com ou sem futebol de terça, quarta, quinta, sábado ou domingo!

Uma ótima quinta-feira improdutiva para todos. Já é quase fim de semana!

Um abraço

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Onde eu tô?

Shitaka perdido (parte 1 de X)

Vê se pode um negócio desses:

Um dia, numa dessas festas de república cheia de universitários (e mais importante ainda, de universitárias) bêbados, travados e bem loucos, Shitaka – um de nossos amigos orientais – fica muito empolgado, conversa com todo mundo, bebe de tudo que é coisa (cerveja, vodka com refri, catuaba…) até chegar no estado “presente em corpo mas a alma já era”. Claro que todo mundo tem um dia desses, mas a primeira vez que vi Shitaka sair muito louco da festa sem avisar ninguém fiquei preocupado.

Já era quase 6h da matina de sábado quando resolvemos ir embora da festa, mas como tinha acabado de chegar a última remessa de litrões na casa, nosso amigo oriental resolveu ficar e pegar carona com um dos nossos que iria embora só mais tarde. Pegamos nosso rumo a pé para casa, já tínhamos avisado todo mundo que Shitaka havia ficado para trás e, com a cabeça tranqüila e a duas quadras de casa, eis que toca meu celular:

Eu – Alô.

Shitaka – Alô mano, onde vocês estão?

Achei estranho não ouvir vozes ou música ao fundo e foi quando me perguntei: Com quem esse pu** de mierda acha que está falando? Acabei de falar pra ele que estava indo embora e ele disse que não vinha com a gente…

Eu – Pô Shitaka, to chegando em casa, você não está na festa?

Shitaka – Estou aqui fora numa rua, não sei bem onde, mas saí da festa e to perdido.

Eu – Mas que porra! Venha em direção à Rua XXX e suba até a Avenida XYX…

Shitaka – Eu não sei onde estou, mas vou chegar aí. Daqui uns 10 minutos to aí…

(?!) Como alguém pode saber quanto tempo leva pra chegar de um lugar onde não se sabe onde está para outro lugar?!?!

Meu, eu juro que fiquei olhando pra rua, vazia, e não vi esse desgraçado em lugar algum…10 minutos depois resolvi ligar pra ver onde esse puto estava e, olhando para a direção em que ele deveria estar vindo, vejo alguém se levantando de uma mureta e vindo em nossa direção. E a conversa pelo telefone seguia:

Eu – Meu, onde você tá?

Shitaka – Tô chegando aí, espere um pouco…

Eu – Putamerda meu, você tá aí na esquina faz quanto tempo?

Shitaka – Eu tava cansado e sentei aqui pra respirar…

Desliguei o telefone depois dessa! Ele tava uma quadra de distância desde que ligou pela primeira vez, certeza! Fiquei olhando a rua o tempo todo e não vi ninguém, nenhum carro, nada se movimentando naquela direção!!!

O pior disso tudo é que Shitaka não se lembra nunca de ter passado por isso e não acredita quando a gente conta as histórias pra ele!

Só não espero que isso aconteça muitas vezes senão vai ficar chato colocar sempre a mesma historinha aqui no blog! Hehehe

Cheers!

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Inusitado

Bem, meus amigos, espero estar com a devida inspiração para escrever esta história.

Aconteceu num apartamento perto de casa (todo mundo travado e bem louco),

Era fim de semana e todo mundo enchia a cara (todo mundo travado e beeem loco),

Mas antes de amanhecer (como sugere a próxima estrofe da música das Velhas Virgens), Queguido acorda assustado com uma imagem (eu diria) dos infernos… Eu não consigo imaginar uma cena tão ridícula e inexplicável (ok, explicação tem sim e a culpa sempre é da cachaça), mas tem gente que simplesmente não combina com álcool!

Numa noite quente e recheada de cerveja barata boa, ypióca, Drurys e (bio)similares, nossos amigos se reuniram para conversar e jogar cartas e, entre uma conversa e outra, Baga se levanta e vai até o banheiro. Acredita-se que ele ficou  entre 45 min e 1h no banheiro, mas como a noção de tempo na cabeça de um bêbado é totalmente prejudicada, digamos que ele sumiu por uns 15 minutinhos.

O carteado recomeça e as latinhas (na verdade eram litrões) de cerveja já haviam terminado, o Drurys (Cacilds!) tinha virado lenda e só restou um pouco mais de meia dose de Ypióca na garrafa, mas o jogo seguia. Entre um blind e outro, Baga tentava se levantar, sem sucesso obviamente, até que uma hora obteve êxito em sua empreitada e se desloca até o banheiro (bom, era isso que tínhamos em mente até então). Ele até queria ir pro banheiro, mas aí…

Dentro de uns minutos, Queguido sai correndo do quarto, pálido, apavorado e sem falar coisa com coisa. Mas após se acalmar ele diz: “Véglio, tava dormindo sossegado mas acordei com um barulho no quarto. Quando abri os olhos dei de cara com o Baga agachado entre o guarda-roupas e a minha cama! Com as calças arriadas!!! Ele tava indo cagar no meu quarto e, se eu não tivesse acordado, ia pisar num troço de manhã!”

Particularmente não sou contra quem bebe muito e sem limites, mas put*queopariu, vai ficar louco assim na casa do caralh*!

Essa foi a história de Baga que, de maneira incompreensível, quase fez uma atrocidade com um de nossos amigos!

Estamos devendo a história da Princesa, dois amigos e um Sofá. Em breve esta linda história de amor estará publicada aqui no Crônicas, aguardem!

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A Marvada

Existem pessoas que, quando bêbadas, fazem as coisas mais imbecis do mundo.

Exemplos? Homens que acabam achando que algumas mulheres são mais bonitas do que realmente são; Pessoas que acham que ficam mais habilidosas ao volante; Pessoas que ficam mais ricas e pagam a conta da galera mesmo sem ter grana… Mas eu acho que nem se eu estivesse MUITO bêbado faria o que estas duas fizeram, provavelmente, sóbrias.

Sei que não é o vídeo mais novo do mundo, mas como pode ser tão imbecil assim?

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Homenagis

Lá pelos idos de 1960, mais precisamente em 1969, Antônio Carlos Bernardes Gomes – O Mussum – foi chamado para fazer parte do grupo dos Trapalhões na então TV Excelsior. A cada dia o grupo ficava mais e mais famoso no Brasil e Mussum, com seu humor popular e com muita referência ao Mé (cachaça), fazia história e marcava época.

Em julho de 1994, depois de mais de 20 anos trabalhando na TV Globo, morre o ator que deu muitas alegrias ao povo brasileiris!

Ainda hojis é possívis encontrar diversis vídeos no youtube e perder uma meia horinha assistindis e dando risadis!

Viva o Mussum e viva o Mé, calcildis!

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