Arquivo do mês: julho 2010

Combina com o quê?

Ao pensar sobre os problemas da vida, perguntei-me sobre o que poderia combinar com o álcool.

Cerveja e costelinha de porco frita combinam;

Cerveja com amendoin japonês combina;

Caipirinha (limão, açúcar, gelo e cachaça e não aquelas invenções com vodka e saquê) combina com repolho refogado com azeite e gengibre;

Whisky combina com provolone à milanesa;

Agora, o que não combina com álcool é um cargo público. Isso eu digo por ver as cagadas feitas no poder sob efeito de generosas doses de mé…

Só de ver as caras de determinados figurões da política nacional já dá pra saber que o distinto é chegado numa cachaça.

Duvida? Então aqui vão alguns representantes (em nível nacional e regional):

Anthony Garotinho - RJ

Blairo Maggi - MT

Roberto Requião - PR

Esse de cima aí é o meu preferido, parece inchado de tanta cachaça! hehehe

José Orcírio (Zeca do PT) - MS

E por fim, nosso mais famoso:

Luis Inácio "Lula" da Silva - Terra da Fantasia

Lógico que só estou aqui levantando umas figuras que tem cara de cachaceiro, não que realmente sejam. E também que só de ver o que acontece de cagada nesse país eu tenho uma ligeira impressão de que esses caras que estão no poder só podem estar bêbados.

Mas uma coisa intrigante também é que muitas pessoas que um dia tiveram suas atitutes colocadas à prova e foram expostos pelas redes de televisão, rádio e pelos jornais e revistas, voltam alguns anos depois pra se candidatarem novamente e ainda GANHAM votos e se elegem novamente! Como é o caso de Collor, Bellinati, Sarney, ACM, só pra citar os mais famosos e mais recentes…

No final das contas, álcool não combina muito com essa parada de estar no poder e muito menos de escolher quem estará lá representando “nossas” decisões.

Isso foi só um aviso, prometo um próximo post digno de cachaça!

Abraços

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No dia do Rock

Dia mundial do Rock e separamos uma listinha de Roqueiros Badass que se fuder** por causa do alcohol!

1- John Bonham (Baterista do Led Zeppelin): Morreu sufocado no próprio vômito.

John Bonham

2 – Dave Mustaine (ex-guitarrista do Metallica e Dono do Megadeth): Era tão bêbado que foi retirado da banda por causar muitos problemas. “Tá aqui sua passagem de ida…”

Dave Mustaine

3 – Bon Scott (vocalista do AC/DC): Outro que morreu sufocado no própro vômito…

JD Scott

4 – Keith Moon (baterista do The Who): Crise de abstinência fez o coitado tomar altos comprimidos e morreu de overdose.

Keith e as "teta"

Entre tantos outros que se fuder**, mas o importante é dizer que todos eles deixaram sua marca no mundo do Rock! E como hoje é o dia do Rock, deixo aqui minha homenagem aos Roqueiros-Badass:

Bourbon Crow – Alcohol is Awesome

Dear alcohol last night we had a ball
I lost my left shoe
Don’t worry I don’t blame you
Your my best friend
There til the end
I love the the way that you taste
You put a smile on my face
And you get all the blame
As far as I’m concerned
Hey, hey, stands for alcohol is awesome

All my friends are worried about me
They say I need a meeting
They say I got a problem
I don’t have a problem
They said thats half the problem
And you get all the blame
As far as I’m concerned
Hey, hey, stands for alcohol is awesome

Alcohol is awesome
So fuckin awesome

And you get all the blame
As far as I’m concerned
Hey, hey, stands for alcohol is awesome

Alcohol is awesome
So fuckin awesome

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Isso não é um diário de bêbado

Outro dia eu fui ver um jogo do Brasil…

Era contra a Costa do Marfim, eu acho. Tinha gente pra cacet* na churrasqueira do prédio e não tinha mulher, só um bando de cueca de chinelo tipo havaianas e camiseta de clubes.

Só sei que teve uma hora que a cerveja ficou gelada! Aí não sei muito bem o que aconteceu no jogo.

O Brasil ganhou, a gente bebeu, comeu e fomos pra rua comemorar.

Aí sim, daí pra frente não lembro de NADA do que aconteceum só sei que voltei pra casa com uma puta dor de cabeça.

Na semana seguinte o jogo era contra Portugal. Como tava feio o jogo, ficamos na cerveja (tudo é desculpa pra beber).

Agora, no jogo contra o Chile…Eu não achei uma Ypióca pra comprar, mas comprei umas geladas que estavam “trincando”. Nossa senhora, que delícia. O sol da tarde esquentando o dia e a cervejnha gelaaaaaaaaaada.

Depois da goleada, as ruas da cidade estavam um CAOS, todo mundo jogando cerveja pra cima, bebendo pinga direto no bico. Eu estva no paraíso, mas acho que era uma terça-feira e quarta era dia de trabalho.

Graças ao Santo Mé (ou São Tomé, não sei) o Brasil saiu da Copa nas Quartas de Final… Eu estaria em coma até hoje se tivesse chegado até a grande Final! Acho que o sentimento é esse para todos aqueles que apreciam uma boa cachaça sem ter hora pra acabar!

MAS a copa não havia acabado! Teve Semi Finail, disputa de 3º lugar e a tão esperada Final.

Ah, a Final…Que jogo feio! Mais um motivo pra gente tomar uma geladinha!

No final das contas o saldo foi positivo. Apesar dos R$ 120,00 gastos com comida e bebida nos jogos que foram assistidos por mais de um camarada ao mesmo tempo, saímos todos vivos, com os empregos em mãos, notas boas na faculdade, sem reprovar por falta e sem reprovar no namoro/casamento. Todos felizes.

Agora, imagine o dia em que a Copa for sediada aqui nesse país?

Daqui 4 anos veremos como é uma Zona sem tamanho!

Abraços

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Amigos numa noite de verão

História enviada por um graaaaaaande (no sentido real mesmo da palavra) amigo, Elis Mûlek.

Essa história ocorreu na fria cidade de Curitiba, capital do Paraná, mais ou menos no dia 29 ou 30 de dezembro de 2008 (aquela semana em que não se encontra uma viva alma na cidade, porque todos já desceram pra praia).

Os personagens dela são (nomes fictícios para preservar as identidades):

Elis, o gordinho camarada;
Beiço, o alemão porra-loka;
Moe, o magrelo sem noção;
Zilda, o amigo menor de idade;
Tumor, o que sempre tem idéias idiotas.

Numa noite modorrenta como as da semana que precede o ano novo, nada melhor que encher a cara com os amigos. Isso foi o que pensaram todos os cinco personagens da nossa história, ao se reunirem na casa de Elis. Após umas duas cervejas, decidiram se dirigir até o mercado 24 horas mais próximo, para adquirir bebidas de grau alcoólico mais elevado. Felizmente, naquela época nenhum deles possuía carro, o que poderia dar um final muito menos engraçado para essa história.

No mercado, compraram duas garrafas de refrigerante, e dois destilados, que posteriormente se provaram mais do que o suficiente para embebedar os cinco. Pararam numa pequena praça, observaram as estrelas, beberam, e decidiram caminhar. Alguns minutos depois, quase tendo sido vítimas de um atentado à ovo, fizeram a primeira parada, num local conhecido como “Praça do Japão”.

Nessa primeira parada, todos pareciam alegres, mas Moe, o mais experiente (e mais magro) do grupo começou a apresentar sinais de cansaço. Após descarregarem sua urina nas árvores, continuaram a caminhada sem rumo, descendo pela Avenida Batel, um dos pontos em que mais há casas noturnas na cidade (embora naquela data estivessem quase todas fechadas, obviamente). Nesse ponto, Moe definitivamente foi dominado pelo etanol, e suas pernas já não respondiam da melhor forma. Elis e Beiço passaram a lhe dar apoio, enquanto Zilda e Tumor achavam graça em tudo.

Moe começa então a divagar sobre signos, mapas astrais, elementos da natureza e outras questões místicas pelas quais somente ele se interessava. Passou em seguida para um estágio de delírio que causaria inveja em muitos adeptos do LSD. Elis sugere que rumem todos para sua casa, para evitar maiores complicações. A caminhada final é recheada de pérolas como “você é meu oposto complementar” e “obrigado por vocês existirem”. Na reta final, Moe ainda perde o botão da calça, o que deixa a situação mais pitoresca.

Ao chegarem ao destino final, Elis e Beiço já não estão mais tão bêbados, ao contrário de Moe e Zilda, que já adquiriu uma fala indistinta sem perceber. Moe é colocado na melhor cama da residência, pois está mais debilitado. Tumor deita-se no sofá, Elis e Zilda em colchões na sala. Beiço vai para casa.

Após verificar se está tudo bem, Elis pretende dormir. Contudo, agora é Zilda que passa por uma alucinação. Zilda abraça duas almofadas e começa a dialogar com estas, pensando que são duas “pretendentes” suas. Mais pérolas surgem, como “Eu amo você (olhando para a almofada)… tipo, eu não largaria tuuudo por você, mas sabe, eu gosto de você”. Tumor e Elis riem em silêncio, para não acordar os demais moradores da residência. Zilda só vai dormir após ter a garantia de que será acordado cedo no dia seguinte para passear no parque com sua almofada predileta. É o fim da noite.

Contudo, uma bebedeira tão alucinógena não poderia terminar sem seqüelas. A avó de Elis o acorda, avisando que Moe passara mal, e estava no banheiro há uma hora. Ao ir até seu quarto, Elis constata que Moe despejou na cama boa parte do álcool e do cachorro-quente que havia ingerido na noite anterior, o que era o suficiente para no mínimo um mês de reclamações por parte de sua avó.

Saldo final da brincadeira: Cinco ressacas, uma cama vomitada, sete quilômetros andados e um botão de calça danificado.

Moral da história: Nunca coloque o mais bêbado para dormir na melhor cama. Ele não a merece e provavelmente vai fazer sujeira.

Moral da história 2: Almofadas são muito mais fofas e compreensivas do que mulheres.

Texto colocado na íntegra, sem cortes!

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