Dose extra

Algo que me atormenta todas as noites, todas as tardes e todas manhãs. Aquele sentimento vazio de que algo precisava estar lá mas não está. Qualquer gole deveria saciar a vontade mas tomo um, dois, três e, por fim, estou na cama outra vez, sozinho e sem uma gota de álcool na boca. O sol bate no meu rosto e só os vestígios do álcool ingerido na noite anterior atormentam minha manhã (11h da manhã), aquele gosto de cabo de guarda-chuva misturado na boca com o azedo do que eu comi horas antes de deitar-me involuntariamente…

Levanto e pego outro copo, um meio limpo junto aos outros utensílios domésticos de cozinha, sirvo uma dose de JD e tomo com dois analgésicos, na lata, não quero saber o que vai acontecer depois de uma hora ou duas, só quero que aquela sensação ruim que pesa na cabeça acabe logo.

Ah, o meio de semana me deixa louco! Amanhã ainda tenho que ir trabalhar, hoje já estou atrasado e o despertador não tocou de novo!

Malditas pilhas do paraguay…

Vamos lá, o dia vai ser longo mas eu já desci duas doses pra acordar!

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1 comentário

Arquivado em cachaça, crônicas

Uma resposta para “Dose extra

  1. Tony

    HAHA entendo você muito bem meu amigo..
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    \o/

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