Estilo “Ah, muleque”

Pessoas com incríveis habilidades motoras para dançar enviam seus vídeos para o Pânico na TV pra mostrar a dança do “Ah, muleque“, criada pelo querido Charles Henriquepédia. Alguns fazem os vídeos para aparecer, outros fazem meio “sem querer”, como é o caso do vocalista de uma certa banda cover de Red Hot Chilli Peppers que vimos dias atrás (ontem).

Quando você vai pra um show de uma banda cover, você espera que a voz do cara seja parecida com o original, o cabelo seja parecido, o figurino da banda seja (no mínimo) igual…

No auge de nossa embriaguês, vimos a banda subir ao palco e foi assustador… O vocal tinha até as luvinhas parecidas com as do Anthony Kiedis, o baterista com aquele macacão esquisito e a boina também. Mas as semelhanças pararam por aí. O baixista (muito louco!) tinha dreads que iam até a cintura quase e presença de palco tendendo a zero! O guitarrista precisava ser viciado em heroína pra ficar igual, mas aí damos um desconto.

Mas nos momentos de maior empolgação, o vocal arriscava um embalo lateral, com seu corpo de Anthony Kiedis depois da feijoada e da leitoa assada (ou o Anthony Kiedis depois do água viva), que lembrava a famosa dança do “Ah, muleque”!!! E toda hora que ele arriscava seus passos, os retardados que estavam (bêbados) assistindo o show faziam a tal dança pra tirar uma onda.

Foi, no mínimo, engraçado de ter visto esse povo dançando assim, sem entender porquê faziam tal dança. Mas como a gente tava no grau da mais alta embriaguês, ninguém se sentiu constrangido por ter dançado assim!

Em tempo (como fazem os colunistas sociais): O pessoal ficou imaginando (não me pergunte porque) como as VACAS jogariam Curling, as poses, as “vassourinhas” esfregando o chão pra fazer curva nas pedras… Juro que não sei da onde tiraram isso da cabeça naquela hora!

Infelizmente não temos um vídeo da performance do vocalista, mas até pensamos em gravar e tirar o áudio original e colocar um “Ah, muleque” de fundo… Ia ser “uó”!

Aí sim hein, muleque!

Deixe um comentário

Arquivado em cachaça

Fim de ano e a crise

Mais uma vez nos aproximamos da reta final do ano (e não do Brasileirão, que já acabou…) e, nem ficamos tanto tempo sem futebol, já estamos em crise!

Sair pra tomar uma cerveja terça-feira e ver um joguinho qualquer da segundona? Já era!

Quarta-feira, futebol, amendoin e cachaça? Só no ano que vem!!!

Ainda nos restam os campeonatos estrangeiros: Bundesliga, Premier League, Seria A Italia e La Liga. UEFA Champions League, UEFA Europa League, até o campeonato Russo! Mas infelizmente já estão entrando em férias e a próxima rodada só em janeiro, talvez fevereiro!

No final de ano, todo brasileiro que goste de uma peleja se vê numa crise sem precedentes. Ele amarga em casa, na ressaca do domingo à tarde, sem nenhuma bolinha rolando, nem reprises de jogos fantásticos como aquele Corinthians 2 X 0 Bambis (2º turno do brasileiro 2010), ou daquele Inter 3 X 2 Corinthians (que ficou no QUASE, se não fosse o Paulo André, aquele safado!!!).

É meus amigos. Nada de futebol de qualidade por um bom tempo…

Enquanto isso, nossa querida CBF resolve unificar todos os títulos nacionais e leva os Porcos e as Sereias ao topo da lista dos maiores campeões brasileiros! Muito justo, até certo ponto, pois o time de Pelé da década de 60 levou tudo mesmo e não há nada que se possa fazer. Mas aguentar palmeirense agora vai ser de doer!!! (só assim mesmo pra eles levarem algum título, pq do jeito que estava, iam ficar mais uns 30 anos sem ter uma estrelinha a mais no escudo)

Feito o desabafo, convido-os para um happy hour, qualquer dia da semana em qualquer bar e, é claro, falar sobre CBF, Ricardo Teixeira, Porcos, Sereias, Timão, brasileirão…

Agora nos contentamos até com o Paranaense de Fut-Sal!

Deixe um comentário

Arquivado em cachaça

Perder o amigo, jamás a piada!

Grande noite de homenagem hoje! Algumas das frases aqui publicadas são de autoria de um grande cidadão da famosa “cidade dos bois”, no oeste paulista – Araçatuba.

Depois de muito escrever pérolas nos e-mails do grupo de amigos T.F.C, nosso amigo foi indagado sobre o porquê de ser tão displicente com sua própria escrita. Segue um trecho de uma conversa:

– Ô fí, porquê você não escreve direito? Você tá na faculdade porra!

– Ah velho, não fasso faculdade de professor!!

Depois disso aí, a paciência se esgotou e a rapaziada nunca mais deixou quieto o rapaz…

Mas calma, ainda não acabou. Temos relatos de frases sem qualquer sentido e palavras com grafia errada:

“bom fds ae pra vcs vo ficar d boa lah em casa esse memo”

“dae agent faz a nossa e chama umas vagabunda lah pro rancho minha mãe nem liga ela soh fala pra usar camisinha” (essa é clássica!!! hahaha)

“tem boia lah paraquedas mas isso ja num eh soh do meu pai…”

“repiti”

“ae flor to indo hj meu olho melhoro”

“o carro da mina ainda termino intero”

Bom, fora a explicação sobre ele não fazer faculdade de professor, por isso não escreve direito, existe a maior explicação de todas:

“eu escrevo pq tenho PREÇA pra voltar a dormir d novo”

E isso só pode ser explicado com muita cachaça mesmo. É uma puta falta de sacanagem! hahahaha

Ok, foi só um desabafo e somente quem conhece a pessa é que vai dar risada e azucrinar com o truta!

Um Abraço e boa semana!

 

1 comentário

Arquivado em Sem categoria

Ao melhor estilo TFC

(TFC é a sigla para um grupo de amigos que se auto-intitula Filhos da Cachaça)

O dia da goleada!

Mais um fim de semana que veio rápido e se foi na velocidade da luz. Mas porque tudo acaba tão rápido? Como pode?

É simples! Você sai pra beber com os amigos, toma mais do que deveria e não vê as horas passarem. Quando se dá conta, já é segunda-feira e você tá com aquela cara de quem dormiu pouco na semana passada e quase nada no fim de semana!

Desta vez, o grupo foi para um bar nos arredores da Universidade, onde a bebida é farta e a grana é curta!

Sem tomar conhecimento de limites, todos bebem e falam, confraternizam com o restante que está ao redor. Mas, como nada é perfeito, o bar fecha quando o relógio marca meia-noite e todos os que tem sede devem cair fora e procurar outro boteco pra beber.

Só me lembro de estarmos noutro bar, com uma dose de Ypioca na mão e um copo de cerveja na outra. Não preciso dizer que não faço ideia de quanto tempo ficamos lá, mas pra mim foi uma fração de segundos. Mas me lembro de ter pedido pro dono do bar colocar um som mais pesado e ele colocou um Dream On do Aerosmith (e eu fiquei muito triste com isso). Em algum momento, quando já não descia mais nada, chamaram pra virar um “bombeirinho”! Quanta displicência fazer isso com um puto que já está em vias de jogar as tripas pra fora? Outra recordação que tenho é de eu voltar pra casa a pé, acompanhado do nosso querido amigo paraibano…

Chegando em casa só lembro de ter tirado as roupas e deitado na cama. Tive um sonho muito estranho em que eu estava passando mal, jogando tudo pra fora. Quando acordei, olhei para o chão (que estava sujo), aquilo não parava de sair do meu corpo e eu não conseguia sair do lugar, senão ia sujar o resto do quarto. Sem saber o que fazer, esperei até a última gota de restos sair e só chegando no banheiro que fui perceber o estrago que aquela tarde havia feito no meu corpo. O cheiro de azedo dominava o quarto e eu não sabia o que fazer (bêbado, com sono e com o quarto inteiro lavado pela alegria da tarde que se transformou em agonia e fedor, é impossível reagir), a não ser limpar tudo aquilo, tirar os lençóis da cama e as fronhas dos travesseiros e depois dormir de novo, esperando não ter outro pesadelo como esse!

14h da tarde (sim, tive coragem de olhar pro relógio agora e sei que horas são) agora e o cheiro ainda persiste!

1 comentário

Arquivado em cachaça, crônicas

Voltando

Não espero que os textos aqui expostos façam sentido, justamente por que é quase certeza que eu escrevi tomando um mé, aí não faz sentido mesmo, por que bêbado mal consegue falar, quanto mais escrever… Imagine só, beber uma dose, escrever duas linhas, tomar outra dose (de inspiração – bom nome pra cachaça esse se não existir uma com esse nome) e escrever mais 4 linhas, e por aí vai. Acho justo ficar falando besteira pras outras pessoas, elas não entendem e às vezes dão risada. Começo a escrever rápido e vai ficando cada vez mais rápido até que a bebida acabe. Aí acaba a graça também. Que nem naquele dia que o cara chupou a teta do traveco. A graça acabou na hora que eu percebi que nunca ia ver o vídeo dessa cena, tudo tão surreal que imagino o que teria passado pela cabeça do indivíduo, jogado no chão e (do nada) vem uma teta na direção dele e, veja você, de graça!!!

Queria ter mais tempo pra poder beber e conversar com os amigos. Esses dias mesmo juntamos um pessoal e a conversa foi que uma beleza, mas aí depois acaba a cerveja e todo mundo fica com sono, querendo ir embora. Se a gente tivesse mas dinheiro o papo ia até mais tarde.

Acho que as pessoas se cansaram de ler mais do que 140 caracteres.

Então só escreverei, daqui pra frente, textos curtos.

Assim, todos ficarão mais felizes.

Mas não faz sentido.

É muito mais divertido escrever tudo de uma vez na mesma linha. Assim não se perde o raciocínio e a história fica mais engraçada! Parece que se está falando e não escrevendo, parece que se está ouvindo e não lendo!

E o álcool tomou conta de mim…

Deixe um comentário

Arquivado em cachaça

O corpo voltou

Cara, cadê minha memória? Onde eu fui e o que eu fiz que me deixou tão por fora assim?

Lembro de ter acordado num sofá, em uma casa estranha, mas que logo vi que era de um conhecido, mas como fui parar lá? Tô lembrado de estar tomando umas cervejinhas no ônibus – durante a viagem – até que alguém apareceu com daqueles garrafões de vinho, um pacote de Cheetos e gritava alguma coisa que não consigo lembrar.

Daí pra frente foi…eu subi num capô de um carro…Ele andou, eu caí…não sei quanto tempo passou da minha queda até eu me levantar e entrar no supermercado (ou era farmácia?).

Aaaaaaaah, não lembro! Nossa, porque meu rosto tá todo ralado? Será que eu briguei ou será que ficou assim depois que eu caí do carro?

Putamerda, deixa pra lá.

Só sei que foi a viagem mais louca que eu já fiz!

Deixe um comentário

Arquivado em cachaça

ah não, Anão!

O Anão de Mobilete

Tudo começou com um anúncio de que iria rolar o Show das Velhas Virgens aqui nas redondezas, no sábado passado, numa chácara distante….

Era pra ser um festival, muitas bandas, muito Rock’n’Roll e muita bebida pra galera se refrescar – afinal, tava quente pra diabo!

Começamos a beber em casa, lá pelas 16h e o show das Velhas só começaria 1h da matina, e nessa brincadeira já se foi uma fardinho de cerveja. A carona chegou e partimos rumo ao evento, num carro lotado e sem saber direito o caminho a ser rumado.

Sem saber o que nos aguardava, fomos logo entrando e o som já estava rolando, bem alto. Para nossa surpresa, uma das bandas que deveria ter começado a tocar horas antes nem havia subido ao palco ainda.

O festival começou pra gente com uma bela de uma facada, pagando R$ 3,00 por cada latinha de Skol meio gelada. Eram apenas 19:30 da noite e agüentar até o show das Velhas sóbrio não ia dar certo, mas bebendo em ritmo acelerado também não seria possível pelo preço absurdo da bebida na festa.

A primeira banda que vimos foi um Red Hot Chilli Peppers Cover, animado, bem ensaiado e só tocaram as mais famosas como Californication, Other Side, Suck my Kiss, entre outras. Só não rolou uma daquelas que ninguém conhece, só fã de Red Hot.

Eu queria ter ficado mais embriagado, ter escutado mais bandas, mas foi ao fim do primeiro show que começou a “putaria”. Um dos integrantes da próxima banda que subiria ao palco foi avisado que não iria receber o cachê e o resultado foi uma banda indo embora… A próxima banda também foi avisada que não receberia o pagamento combinado e nem chegou ao local.

A negociação com a quarta banda foi bastante complicada e eles também desistiram de tocar no tal festival. Sendo assim, após R$ 18,00 reais gastos com bebida semi gelada, R$ 2,00 com o estacionamento e uma banda completando o show até o fim, fomos avisados que nem as Velhas Virgens poderiam receber o cachê…

Foi o maior desespero ver as pessoas todas querendo o dinheiro de volta, o tal desorganizador não estar presente também frustrou a galera, e todo mundo queria linchar o tal Anão de Mobilete.

Só pra constar, o cara do estacionamento já tinha sumido no mundo quando recebemos a notícia de que não iria ter mais shows, logo, ficamos sem a grana do estacionamento e aguardamos até agora uma resposta da desorganização do evento pra saber quando receberemos a grana de volta.

Voltamos para o centro da cidade pouco mais de 21h, comemos, bebemos até umas 2h da matina e, desiludidos, voltamos a nossos lares sem show das Velhas Virgens!

Da próxima vez que ouvirem falar deste tal Anão de Mobilete, nem se deem o trabalho de gastar seu tempo indo em algum evento promovido por este ser, façam qualquer outra coisa de suas vidas!

2 Comentários

Arquivado em Sem categoria